As coisas que se perguntam na receção, todas num sítio:
- Tomadas: as europeias de dois pinos (tipo F), 230 V. Quem vem do Reino Unido ou dos Estados Unidos precisa de adaptador; o hotel normalmente empresta um.
- Água da torneira: pode beber-se em toda a ilha, e é boa. Não é preciso comprar garrafas.
- Telemóvel: os cartões SIM da UE fazem roaming cá sem custos extra. Quem vem do Reino Unido, dos EUA e de outros países paga roaming. Um eSIM de Portugal ou da Europa (Airalo, Holafly, Vodafone Travel) comprado antes do voo resolve barato. A rede é boa nas vilas e ao longo da costa, fraca na serra e nas levadas. Descarrega os teus tours antes de saíres.
- Taxa turística: a maioria das câmaras cobra 2 € por pessoa por noite (grátis para menores de 13), até sete noites, paga no hotel ou no apartamento à chegada. Não é burla.
- Farmácias: a cruz verde, por todo o lado, e o farmacêutico pode aconselhar-te nas coisas pequenas. Fora de horas, fica uma de serviço em cada zona, e a lista está afixada na porta.
- Médico: as clínicas privadas do Funchal atendem visitantes depressa; o hospital público é o Dr. Nélio Mendonça, no Funchal. Número de emergência: 112.
- Nas freguesias, as lojas fecham para almoço; os supermercados não.
- Wi-Fi: grátis na maioria dos cafés e nas praças do Funchal.